terça-feira, 24 de março de 2015

Tributo a Herberto Helder

 Morreu o poeta Herberto Helder, aos 84 anos, ontem, dia 23.


 
 


O poeta que nasceu em 1930 no Funchal morreu em casa, em Cascais, desconhecendo-se a causa da morte.

Era considerado por muitos o maior poeta português da segunda metade do século XX.

O Secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, escreveu: “Poucos foram os que durante os últimos cem anos tanto fizeram pela construção da língua portuguesa e tão influentes foram na organização da linguagem poética contemporânea.” Acrescentando: “A sua concentração em torno do seu ofício, ignorando e recusando formas de espaço público para lá da sua escrita, são um dos sinais da sua determinação relativamente a um discurso sobre o seu trabalho e sobre a sua presença.”

Em 1994, foi-lhe atribuído o Prémio Pessoa pela sua obra que, segundo o júri, iluminava a língua portuguesa. Porém, recusou a distinção, uma das mais importantes atribuídas em Portugal, pedindo ao júri que não o anunciassem como vencedor e dessem o prémio a outro. 

A última obra de Herberto Helder, A Morte em Mestre, foi publicada em junho de 2014, com a chancela da Porto Editora.
A última obra de Herberto Helder, A Morte Sem Mestre, foi publicada em junho de 2014 com a chancela da Porto Editora - uma edição que incluía um CD com cinco poemas ditos pelo autor. A publicação, em 2008, de A Faca Não Corta o Fogo, tornou o poeta um caso de consenso crítico quase absoluto.
Em 1994, Herberto Helder foi distinguido com o Prémio Pessoa pela sua obra que, segundo o júri, iluminava a língua portuguesa. O poeta decidiu, no entanto, recusar o prémio, um dos mais importantes atribuídos em Portugal. Herberto Helder sempre se quis manter um poeta oculto e por isso pediu ao júri que não o anunciassem e atribuíssem o prémio a outro.
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O poeta Herberto Helder morreu, aos 84 anos, na segunda-feira, dia 23 de março, em Cascais. O poeta, que nasceu em 1930, no Funchal, morreu em casa e não foi possível apurar a causa da morte. Era considerado o maior poeta português da segunda metade do século XX. - See more at: http://www.instituto-camoes.pt/lingua-e-cultura/morreu-herberto-helder#sthash.AGYNMl8v.dpuf, aos 84
O poeta Herberto Helder morreu, aos 84 anos, na segunda-feira, dia 23 de março, em Cascais. O poeta, que nasceu em 1930, no Funchal, morreu em casa e não foi possível apurar a causa da morte. Era considerado o maior poeta português da segunda metade do século XX.
A última obra de Herberto Helder, A Morte Sem Mestre, foi publicada em junho de 2014 com a chancela da Porto Editora - uma edição que incluía um CD com cinco poemas ditos pelo autor. A publicação, em 2008, de A Faca Não Corta o Fogo, tornou o poeta um caso de consenso crítico quase absoluto.
Em 1994, Herberto Helder foi distinguido com o Prémio Pessoa pela sua obra que, segundo o júri, iluminava a língua portuguesa. O poeta decidiu, no entanto, recusar o prémio, um dos mais importantes atribuídos em Portugal. Herberto Helder sempre se quis manter um poeta oculto e por isso pediu ao júri que não o anunciassem e atribuíssem o prémio a outro.
Herberto Helder frequentou a Faculdade de Direito mas abandonou o curso para se inscrever em Filologia Românica, que também não terminou. Ao longo da vida colaborou em vários jornais, entre os quais o Jornal de Letras e Artes e, em 1969, foi diretor literário da Editorial Estampa.
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O poeta Herberto Helder morreu, aos 84 anos, na segunda-feira, dia 23 de março, em Cascais. O poeta, que nasceu em 1930, no Funchal, morreu em casa e não foi possível apurar a causa da morte. Era considerado o maior poeta português da segunda metade do século XX.
A última obra de Herberto Helder, A Morte Sem Mestre, foi publicada em junho de 2014 com a chancela da Porto Editora - uma edição que incluía um CD com cinco poemas ditos pelo autor. A publicação, em 2008, de A Faca Não Corta o Fogo, tornou o poeta um caso de consenso crítico quase absoluto.
Em 1994, Herberto Helder foi distinguido com o Prémio Pessoa pela sua obra que, segundo o júri, iluminava a língua portuguesa. O poeta decidiu, no entanto, recusar o prémio, um dos mais importantes atribuídos em Portugal. Herberto Helder sempre se quis manter um poeta oculto e por isso pediu ao júri que não o anunciassem e atribuíssem o prémio a outro.
Herberto Helder frequentou a Faculdade de Direito mas abandonou o curso para se inscrever em Filologia Românica, que também não terminou. Ao longo da vida colaborou em vários jornais, entre os quais o Jornal de Letras e Artes e, em 1969, foi diretor literário da Editorial Estampa.
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O poeta Herberto Helder morreu, aos 84 anos, na segunda-feira, dia 23 de março, em Cascais. O poeta, que nasceu em 1930, no Funchal, morreu em casa e não foi possível apurar a causa da morte. Era considerado o maior poeta português da segunda metade do século XX.
A última obra de Herberto Helder, A Morte Sem Mestre, foi publicada em junho de 2014 com a chancela da Porto Editora - uma edição que incluía um CD com cinco poemas ditos pelo autor. A publicação, em 2008, de A Faca Não Corta o Fogo, tornou o poeta um caso de consenso crítico quase absoluto.
Em 1994, Herberto Helder foi distinguido com o Prémio Pessoa pela sua obra que, segundo o júri, iluminava a língua portuguesa. O poeta decidiu, no entanto, recusar o prémio, um dos mais importantes atribuídos em Portugal. Herberto Helder sempre se quis manter um poeta oculto e por isso pediu ao júri que não o anunciassem e atribuíssem o prémio a outro.
Herberto Helder frequentou a Faculdade de Direito mas abandonou o curso para se inscrever em Filologia Românica, que também não terminou. Ao longo da vida colaborou em vários jornais, entre os quais o Jornal de Letras e Artes e, em 1969, foi diretor literário da Editorial Estampa.
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O poeta Herberto Helder morreu, aos 84 anos, na segunda-feira, dia 23 de março, em Cascais. O poeta, que nasceu em 1930, no Funchal, morreu em casa e não foi possível apurar a causa da morte. Era considerado o maior poeta português da segunda metade do século XX.
A última obra de Herberto Helder, A Morte Sem Mestre, foi publicada em junho de 2014 com a chancela da Porto Editora - uma edição que incluía um CD com cinco poemas ditos pelo autor. A publicação, em 2008, de A Faca Não Corta o Fogo, tornou o poeta um caso de consenso crítico quase absoluto.
Em 1994, Herberto Helder foi distinguido com o Prémio Pessoa pela sua obra que, segundo o júri, iluminava a língua portuguesa. O poeta decidiu, no entanto, recusar o prémio, um dos mais importantes atribuídos em Portugal. Herberto Helder sempre se quis manter um poeta oculto e por isso pediu ao júri que não o anunciassem e atribuíssem o prémio a outro.
Herberto Helder frequentou a Faculdade de Direito mas abandonou o curso para se inscrever em Filologia Românica, que também não terminou. Ao longo da vida colaborou em vários jornais, entre os quais o Jornal de Letras e Artes e, em 1969, foi diretor literário da Editorial Estampa.


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O poeta Herberto Helder morreu, aos 84 anos, na segunda-feira, dia 23 de março, em Cascais. O poeta, que nasceu em 1930, no Funchal, morreu em casa e não foi possível apurar a causa da morte. Era considerado o maior poeta português da segunda metade do século XX.
A última obra de Herberto Helder, A Morte Sem Mestre, foi publicada em junho de 2014 com a chancela da Porto Editora - uma edição que incluía um CD com cinco poemas ditos pelo autor. A publicação, em 2008, de A Faca Não Corta o Fogo, tornou o poeta um caso de consenso crítico quase absoluto.
Em 1994, Herberto Helder foi distinguido com o Prémio Pessoa pela sua obra que, segundo o júri, iluminava a língua portuguesa. O poeta decidiu, no entanto, recusar o prémio, um dos mais importantes atribuídos em Portugal. Herberto Helder sempre se quis manter um poeta oculto e por isso pediu ao júri que não o anunciassem e atribuíssem o prémio a outro.
Herberto Helder frequentou a Faculdade de Direito mas abandonou o curso para se inscrever em Filologia Românica, que também não terminou. Ao longo da vida colaborou em vários jornais, entre os quais o Jornal de Letras e Artes e, em 1969, foi diretor literário da Editorial Estampa.


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quinta-feira, 5 de março de 2015

EPE ANDORRA - NOVAS INSCRIÇÕES


A coordenação de ensino informa que está aberto o período para novas inscrições (2ª fase) no EPE Andorra. O prazo de inscrição termina a 5 de abril de 2015.

As inscrições podem realizar-se online pelos encarregados de educação ou em papel  a enviar à Coordenção de Ensino ou a entregar a um professor da rede EPE Andorra.

Mais informação em:
http://www.instituto-camoes.pt/epe-inscricoes/processo-de-inscricao


quarta-feira, 4 de março de 2015

EPE ANDORRA - CERTIFICAÇÃO ANO LETIVO 2014/15


A Coordenação de Ensino informa que está a decorrer o período de inscrição para os exames de CERTIFICAÇÃO das aprendizagens EPE 2015.


Esta prova destina-se a alunos do ensino básico e secundário e realizar-se-á no dia 27 de junho.

As inscrições realizam-se de 1 a 31 de março, devendo os interessados contactar o seu professor de português.

Mais informação em:

http://www.instituto-camoes.pt/epe-inscricoes/certificacao

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

AÇÃO DE FORMAÇÃO - CÁCERES






Irão decorrer, nos dias 13 e 14 de março, no CPR de Cáceres,  as VII Jornadas de Atualização Docente de Português, subordinadas ao tema: As Novas Tecnologias (TIC) e o Ensino do PLE/PL2.



quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

ATIVIDADES EPE ESPANHA: OS CARETOS DE BRAGANÇA

   

     Trabalhos realizados pelos alunos.

     Os alunos de 3º ESO turma B, do IES Arcebispo Xelmirez I (Santiago de Compostela) realizaram uma exposição alusiva ao tema "Os caretos de Bragança", no âmbito das atividades dedicadas ao Carnaval,na disciplina de "Plástica y Educación Visual" – Secção Bilingue em Língua Portuguesa, sob a coordenação dos professores Nélio Carvalho e Natália Val.

    Os alunos aproveitarm esta atividade para tomarem contacto com as ancestrais festividades carnavalescas transmontanas, as quais ainda se festejam em algumas aldeias do distrito de Bragança como, por exemplo, no concelho de Podence, onde os Caretos constituem o principal cartão de visita da localidade.